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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

A relação dos jovens com a política

Aproveitando o actual panorama político, que engloba todas as divergências partidárias, achamos ser mais relevante mostrar aos jovens a política não-partidária.

 

Etimologicamente, “política” provém de dois termos gregos: “polis”, que significa cidade, e “ética”, que manifesta a ideia de todos os procedimentos para o funcionamento e desenvolvimento da cidade/país.

 

Desta forma, a política mostrada aos jovens deve ser o conhecimento da sua cidade e dos órgãos não-camarários, dentro dos quais podem actuar. Toda esta descoberta e a criação de propostas de inovação da cidade em que vivemos é a política na sua forma mais pura. É este conhecimento que temos vindo a adquirir desde o início do ano lectivo que relacionamos com uma forma de fazer política, de a vivermos. Não será a questão de não reconhecermos um ou outro nome do nosso sistema histórico-político que fará de nós portugueses menos interessados ou menos responsáveis.

 

Contudo, achamos ser pertinente que os jovens interajam com a política também partidária. Deste modo sugerimos as seguintes tomadas de acção:

 

  • Introdução dos conceitos políticos e noções históricas e de responsabilidade cívica desde o ensino básico.
  • Inclusão da temática da política nas aulas de Formação cívica para os alunos do ciclo.
  • Formação de um “parlamento” por alunos do terceiro ciclo e ensino secundário para tomar parte activa nas decisões da Junta de Freguesia e escolas.
  • Plenários anuais com alunos e representantes das secções juvenis dos partidos políticos.

 

Tudo isto tem o intuito de interessar os jovens pela sua cidade/pais, incitá-los a tomar parte activa nos mesmos e fomentar a sua cultura histórico-política.

publicado por Invictus às 19:06

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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Uma outra visão da cidade

De forma a percebermos os maiores problemas do Porto para um turista, resolvemos fazer uma entrevista a uma professora irlandesa que está a viver na cidade Invicta. Agradecemos, desde já, mais um apoio para o nosso projecto.
 
Why you came to Portugal?
Porque veio para Portugal?
 
My partner was offered a job in Vila do Conde and then I found a job in Porto.
O meu namorado foi convidado para um emprego em Vila do Conde. Entretanto, eu também arranjei trabalho no Porto.
 
What attracts you the most in our city?
O que a atrai mais na nossa cidade?
 
The people, food and night-life are great.
As pessoas, a comida e a vida nocturna são fantásticas.
 
Is it difficult for a foreigner to get used to Portuguese living style?
É difícil para um estrangeiro habituar-se ao estilo de vida português?
 
It’s easy to get used to the laid-back life-style, but it is hard to accept the lack of organisation and bad driving.
É fácil habituarmo-nos ao seu estilo de vida descontraído mas é difícil adaptarmo-nos à falta de organização e à condução.
 
What are the main differences between Porto and Dublin?
Quais são as maiores diferenças entre o Porto e Dublin?
 
Porto is bigger and has better public transport. However, there is more pollution here.
O Porto é maior e tem melhores transportes públicos. Apesar disso, é uma cidade mais poluente.
 
Is the Porto Tourism Centre helpful enough?
O Posto de Turismo do Porto dá ajuda suficiente aos estrangeiros?
 
I’ve never been there. I don’t even know where it is.
Nunca estive lá. Nem sei onde é que isso é.
 
In your opinion, what are the main priorities to make Porto a better city for tourists?
Na sua opinião, quais são as prioridades para fazer do Porto uma melhor cidade para os turistas?
 
More information is needed. More taxi-drivers and bus-drivers with the knowledge of English. More maps.
É necessária mais informação. Os condutores de táxis e autocarros deveriam saber pelo menos a língua inglesa. Mais mapas da cidade.
publicado por Invictus às 09:16

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Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Condomínio da Terra, porque ela não pode ser dividida

O Condomínio da Terra é uma nova concepção jurídica para o nosso Planeta Terra, estruturada pela Quercus, que tem como objectivo conciliar uma primária necessidade humana de existência de um espaço vital, a territorialidade, com a unidade interdependente do planeta que os homens habitam, possibilitando a coexistência de soberanias autónomas num espaço colectivo, ou seja, um poder político, supremo e independente, relativo à fracção territorial de cada estado, e partilhado, no que concerne as partes insusceptíveis de divisão e que por isso são inevitavelmente comuns.

 

Os seus Princípios são:

 

1 – Temos de encarar a crise ambiental mundial, não como um problema do ambiente, mas como um problema da Comunidade dos Homens.


2- Para resolver a crise ambiental mundial, temos de resolver o problema jurídico da coordenação duma multitude de soberanias (Estados) exercidas sobre um bem materialmente indiviso (Terra), conformado por componentes insusceptíveis de divisão jurídica, mas dos quais todas as soberanias são funcionalmente dependentes.

3 – Só na definição e prossecução do interesse comum (Terra), será possível continuar a garantir, a cada Estado, os seus direitos - sob pena de estes brevemente deixarem de ter objecto.


4 – Um projecto “Condomínio da Terra” tem que distinguir as fracções estaduais das partes comuns: cada condómino é soberano dentro do seu território e, ao mesmo tempo, detentor de uma soberania partilhada das partes comuns do planeta.


5 – As partes comuns são constituídas pelas partes que, de um ponto de vista ambiental, são: a) necessariamente comuns (a Atmosfera e Hidrosfera), e b) presumidamente comuns (a Biodiversidade).


6 - Existirá um regulamento do Condomínio da Terra que disciplina o uso, fruição e conservação das partes comuns, e uma Administração que será eleita em Assembleia de Condóminos (Estados).


7 - Existe um direito/dever igual
per capita no uso/conservação dos bens comuns; logo a votação relativa de cada condómino deverá ser aferida em função do número de habitantes de cada soberania.


8 - Cada condómino comparticipará nas despesas necessárias à conservação ou fruição das partes comuns, de forma equitativa, em função do número de habitantes ou do uso efectivamente realizado de partes comuns, quando este for determinável, no sentido de garantir a coincidência entre o óptimo social e o óptimo ecológico.

9 - Competirá ao Administrador do Condomínio receber todas as verbas provenientes dos Condóminos e promover projectos de conservação e melhoramento das partes comuns, bem como, compensar todos os condóminos que no seio dos seus estados contribuam para a sua manutenção e melhoramento.


10 – Compete ao Condomínio da Terra descobrir formas de compatibilizar os sistemas jurídico e económico com o Sistema Natural Terrestre.

 

Esta concepção defende que devemos pagar pelos bens que consumimos para manter os “fornecedores” em bom estado. Por exemplo: se em Portugal se consome x metros cúbicos de oxigénio produzido pela Amazónia brasileira, então devemos pagas uma quantia anual ao Brasil pelo bem que nos fornece. Esta “renda de condomínio não deveria ter outro propósito que garantir a manutenção da Floresta Amazónia.

 

Convidamo-vos a visitar o site desta fantástica força criativa e inovadora (Condomínio da Terra) bem como o da organização que lhe deu forma (Quercus) para ficarem a conhecer mais sobre estes.

 

Por experiência sabe-se que nada funciona a nível global se não for testado numa pequena comunidade primeiro. Assim, sugerimos que cada habitante da cidade do Porto apadrinhe: um metro quadrado de um jardim, um baloiço num parque infantil, um candeeiro numa rua, uma fonte ou uma outra parte dos espaços comuns da cidade. Este apadrinhamento implicaria o pagamento anual que servisse apenas para a manutenção do “afilhado”.

 

Esta iniciativa serviria para criar na população um maior sentido de responsabilidade cívica e, obviamente, se não houvessem danos no “afilhado” a quantia a pagar pelo padrinho seria menor. Este sentido de posse e responsabilidade iria diminuir o vandalismo e o desinteresse da população pelos espaços comuns da sua cidade.

 

Estes resultados foram já comprovados pela nossa coordenadora Municipal, Dra. Paula Pimentel, que numa obra camarária, área onde realizou trabalho de assistência social, se apercebeu de que sendo os moradores os padrinhos de certas áreas comuns, começavam a ter mais cuidado e mais gosto nessas mesmas áreas.

 

Sendo o nosso projecto também composto por uma parte de sensibilização e seguindo o exemplo da Câmara Municipal do Porto e do Condomínio da Terra, avançamos com esta melhoria, julgamos ser uma das que mais facilmente pode ser posta em prática e uma das que terá certamente melhores resultados.

publicado por Invictus às 22:16

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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Entrevista ao vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, Dr. Álvaro Castelo Branco

Foi com um imenso agrado da nossa parte que nos foi possível entrevistar o número dois da Câmara Municipal do Porto, o Dr. Álvaro Castelo Branco, vice-presidente. Fomos calorosamente recebidos e fizemos uma entrevista bastante esclarecedora, cujo conteúdo apresentamos em baixo.

Desde já agradecemos ao Dr. Álvaro Castelo Branco a sua disponibilidade e simpatia.

 

1-   Qual a sua opinião acerca do estado actual da cidade do Porto?

 

É uma cidade em desenvolvimento após um grande período de estagnação. Esse desenvolvimento baseia-se sobretudo em três pilares essenciais: aspecto social, mobilidade e reabilitação urbana. É uma cidade milenar e histórica.

 

 

2 – Em que medida a Câmara anda atenta às iniciativas propostas pelas escolas?

 

Os projectos escolares são de importância vital para a Câmara. Há uma área da Câmara que é responsável por contactar directamente com o Ensino Básico, que é o Pelouro da Educação. As direcções das escolas contactam directamente com esta secção e assinam-se protocolos como forma de comprovar essa ligação. A aposta no Ensino Básico está assente na temática ambiental, prioritariamente, sendo que seguimos o lema de que “a participação é uma forma de educação”.

 

 

3 – Que iniciativas são prioritárias para a Câmara?

 

Actualmente, estamos mais atentos ao desenvolvimento das Habitações Sociais. Cerca de 18% da população portuense mora nestas condições. A maior verba orçamental é para a sua requalificação, que apresentava até há bem pouco tempo uma perigosa degradação. Obviamente que há outras iniciativas que são importantes para a cidade, como o estado ambiental, que tem como principal fonte de problema as emissões de CO2, cujos valores actuais fixam-se nas 5,3 toneladas per capita e o objectivo é reduzir num curto espaço de tempo para 3,5 toneladas. Temos também uma grande preocupação com a segurança e o desenvolvimento da cultura.

 

 

4 – Qual o papel da câmara face à vida cultural na cidade?

 

É um papel extremamente importante. A Câmara Municipal do Porto tem inúmeras parcerias com instituições da zona e compromete-se a financiá-las e a apoiar o desenvolvimento cultural. Algumas dessas entidades são bem conhecidas, como a Fundação de Serralves, a Casa da Música, o Teatro Rivoli, entre muitas outras. Está também disponível na Junta Metropolitana um roteiro cultural da cidade, o que mostra a importância que atribuímos ao domínio da cultura.

 

 

5 – Que pontos da cidade a Câmara acha que deveriam ser valorizados?

 

Temos feito grandes esforços ultimamente para requalificar a zona da Baixa e da Ribeira, que são os ex-líbris da cidade. Estas zonas encontravam-se, na minha opinião, subvalorizadas, e é necessário dar-lhes a devida importância e acompanhamento.

 

 

6- Que queixas/opiniões tem a Câmara recebido ultimamente, relativamente ao desenvolvimento da cidade?

 

Temos sido confrontados sobretudo com o problema dos espaços verdes, que temos tentado cumprir a curto/médio prazo. Temos inaugurado alguns parques e requalificado certas zonas que estavam degradadas. O problema dos espaços verdes não se prende com a sua criação, mas sim com a sustentabilidade económica, ou seja, a manutenção. Podemos inaugurar um jardim todas as semanas, mas se não tivermos gente para o manter, ao fim de dois anos está novamente degradado e é isso que tentamos combater aqui na Câmara. Temos feito grandes obras, como a que está a acontecer, por exemplo, no Jardim do Campo 24 de Agosto neste momento. Os espaços verdes são nossas prioridades. Por outro lado, uma parte das queixas tem em conta também a segurança na cidade. As pessoas podem não se aperceber mas o patrulhamento aumentou e vai continuar a aumentar nos parques e locais de grande concentração de gente como a Foz. O Porto tem um índice de criminalidade quase nulo, apesar da percentagem de crimes violentos ter aumentado devido aos confrontos na noite. As pessoas sentem-se inseguras mas isso não significa que têm razões para o estar.

 

 

7- Qual a opinião da Câmara relativamente à animação de rua?

 

Bom, esta actividade no Porto é ilegal, por isso a Câmara não financia nem apoia qualquer exibição sem autorizações. Porém, nós temos uma divisão, o PortoLazer, que se preocupa com a animação e os eventos capazes de chamar os portuenses às ruas. Tivemos à bem pouco tempo uma grande iniciativa de Natal, com as diversas tendas com divertimentos para crianças e graúdos e a árvore de natal nos Aliados, tivemos também o Red Bull Air Race que volta este ano à Invicta, a pista de ski com neve artificial na Rua 31 de Janeiro… Iniciativas não faltam e a aposta na divulgação tem sido cada vez maior.

publicado por Invictus às 21:26

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Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Inquérito na Rotunda da Boavista

Sendo uma das zonas mais movimentadas da cidade a Rotunda da Boavista decidimo-nos juntar ao movimento e questionar alguns dos transeuntes.

 

Estávamos interessados na animação da zona, pelo que questionamos os mais jovens e os de mais idade, visto que os adultos passariam na Rotunda apenas a caminho do trabalho.

 

As respostas foram conclusivas, como se pode avaliar nos seguintes gráficos:


 



 


 



 


 


 


 

Ficamos imensamente agradados ao ver que a população apoia a criação de zonas verdes e parque que promovam a animação e não o sedentarismo.

 

Por outro lado verificamos que a população não tem noção da utilização dos impostos que paga à câmara municipal, pois quando perguntamos se apadrinharia um metro quadrado de jardim muitas das respostas negativas foram acompanhadas do comentário “Já pago demasiado para a Câmara!”.


Este inquérito foi muito proveitoso e ajudou-nos a conhecer um pouco melhor a população que reside e utiliza a área da Boavista, onde ainda não tinhamos estado com o propósito de contactar com a população.

publicado por Invictus às 20:33

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Mississippi Jones Act

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desde 18 de Abril o Porto passou a ter um Código Regulamentar do Município?

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