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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Entrevista ao vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, Dr. Álvaro Castelo Branco

Foi com um imenso agrado da nossa parte que nos foi possível entrevistar o número dois da Câmara Municipal do Porto, o Dr. Álvaro Castelo Branco, vice-presidente. Fomos calorosamente recebidos e fizemos uma entrevista bastante esclarecedora, cujo conteúdo apresentamos em baixo.

Desde já agradecemos ao Dr. Álvaro Castelo Branco a sua disponibilidade e simpatia.

 

1-   Qual a sua opinião acerca do estado actual da cidade do Porto?

 

É uma cidade em desenvolvimento após um grande período de estagnação. Esse desenvolvimento baseia-se sobretudo em três pilares essenciais: aspecto social, mobilidade e reabilitação urbana. É uma cidade milenar e histórica.

 

 

2 – Em que medida a Câmara anda atenta às iniciativas propostas pelas escolas?

 

Os projectos escolares são de importância vital para a Câmara. Há uma área da Câmara que é responsável por contactar directamente com o Ensino Básico, que é o Pelouro da Educação. As direcções das escolas contactam directamente com esta secção e assinam-se protocolos como forma de comprovar essa ligação. A aposta no Ensino Básico está assente na temática ambiental, prioritariamente, sendo que seguimos o lema de que “a participação é uma forma de educação”.

 

 

3 – Que iniciativas são prioritárias para a Câmara?

 

Actualmente, estamos mais atentos ao desenvolvimento das Habitações Sociais. Cerca de 18% da população portuense mora nestas condições. A maior verba orçamental é para a sua requalificação, que apresentava até há bem pouco tempo uma perigosa degradação. Obviamente que há outras iniciativas que são importantes para a cidade, como o estado ambiental, que tem como principal fonte de problema as emissões de CO2, cujos valores actuais fixam-se nas 5,3 toneladas per capita e o objectivo é reduzir num curto espaço de tempo para 3,5 toneladas. Temos também uma grande preocupação com a segurança e o desenvolvimento da cultura.

 

 

4 – Qual o papel da câmara face à vida cultural na cidade?

 

É um papel extremamente importante. A Câmara Municipal do Porto tem inúmeras parcerias com instituições da zona e compromete-se a financiá-las e a apoiar o desenvolvimento cultural. Algumas dessas entidades são bem conhecidas, como a Fundação de Serralves, a Casa da Música, o Teatro Rivoli, entre muitas outras. Está também disponível na Junta Metropolitana um roteiro cultural da cidade, o que mostra a importância que atribuímos ao domínio da cultura.

 

 

5 – Que pontos da cidade a Câmara acha que deveriam ser valorizados?

 

Temos feito grandes esforços ultimamente para requalificar a zona da Baixa e da Ribeira, que são os ex-líbris da cidade. Estas zonas encontravam-se, na minha opinião, subvalorizadas, e é necessário dar-lhes a devida importância e acompanhamento.

 

 

6- Que queixas/opiniões tem a Câmara recebido ultimamente, relativamente ao desenvolvimento da cidade?

 

Temos sido confrontados sobretudo com o problema dos espaços verdes, que temos tentado cumprir a curto/médio prazo. Temos inaugurado alguns parques e requalificado certas zonas que estavam degradadas. O problema dos espaços verdes não se prende com a sua criação, mas sim com a sustentabilidade económica, ou seja, a manutenção. Podemos inaugurar um jardim todas as semanas, mas se não tivermos gente para o manter, ao fim de dois anos está novamente degradado e é isso que tentamos combater aqui na Câmara. Temos feito grandes obras, como a que está a acontecer, por exemplo, no Jardim do Campo 24 de Agosto neste momento. Os espaços verdes são nossas prioridades. Por outro lado, uma parte das queixas tem em conta também a segurança na cidade. As pessoas podem não se aperceber mas o patrulhamento aumentou e vai continuar a aumentar nos parques e locais de grande concentração de gente como a Foz. O Porto tem um índice de criminalidade quase nulo, apesar da percentagem de crimes violentos ter aumentado devido aos confrontos na noite. As pessoas sentem-se inseguras mas isso não significa que têm razões para o estar.

 

 

7- Qual a opinião da Câmara relativamente à animação de rua?

 

Bom, esta actividade no Porto é ilegal, por isso a Câmara não financia nem apoia qualquer exibição sem autorizações. Porém, nós temos uma divisão, o PortoLazer, que se preocupa com a animação e os eventos capazes de chamar os portuenses às ruas. Tivemos à bem pouco tempo uma grande iniciativa de Natal, com as diversas tendas com divertimentos para crianças e graúdos e a árvore de natal nos Aliados, tivemos também o Red Bull Air Race que volta este ano à Invicta, a pista de ski com neve artificial na Rua 31 de Janeiro… Iniciativas não faltam e a aposta na divulgação tem sido cada vez maior.

publicado por Invictus às 21:26

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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Visita à Sala de Trânsito

Tendo em vista os resultados do nosso inquérito, que puseram o carro entre os meios de transporte mais utilizados pelos portuenses, fomos visitar a Sala de Trânsito, sita na Câmara Municipal do Porto.

É nesta sala que se fazem as contagens do número de carros que circulam na cidade. Controlam-se aqui também todos os cruzamentos com semáforos, radares de velocidade e detectores espalhados por dez zonas do concelho e periferia.

À semelhança de outras cidades europeias, também o Porto apresenta um grande número de cruzamentos com semáforos (são 280 no total), sendo que aproximadamente 150 são inteligentes, seguindo o programa "SIGA" (Semáforos Inteligentes de Gestão Automatizada). Os semáforos estão assim sincronizados de forma a facilitar o rápido escoamento do centro da cidade, dificultando, desta forma, a entrada na mesma. Isto implica que os problemas que se verificam
ao nível de trânsito no centro da cidade se devam, única e exclusivamente, ao excesso de viaturas que por lá circulam.

Foi uma visita bastante produtiva, na medida em que ficamos positivamente impressionados com a organização e as infraestruturas existentes.




publicado por Invictus às 17:50

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