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Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Uma outra visão da cidade

De forma a percebermos os maiores problemas do Porto para um turista, resolvemos fazer uma entrevista a uma professora irlandesa que está a viver na cidade Invicta. Agradecemos, desde já, mais um apoio para o nosso projecto.
 
Why you came to Portugal?
Porque veio para Portugal?
 
My partner was offered a job in Vila do Conde and then I found a job in Porto.
O meu namorado foi convidado para um emprego em Vila do Conde. Entretanto, eu também arranjei trabalho no Porto.
 
What attracts you the most in our city?
O que a atrai mais na nossa cidade?
 
The people, food and night-life are great.
As pessoas, a comida e a vida nocturna são fantásticas.
 
Is it difficult for a foreigner to get used to Portuguese living style?
É difícil para um estrangeiro habituar-se ao estilo de vida português?
 
It’s easy to get used to the laid-back life-style, but it is hard to accept the lack of organisation and bad driving.
É fácil habituarmo-nos ao seu estilo de vida descontraído mas é difícil adaptarmo-nos à falta de organização e à condução.
 
What are the main differences between Porto and Dublin?
Quais são as maiores diferenças entre o Porto e Dublin?
 
Porto is bigger and has better public transport. However, there is more pollution here.
O Porto é maior e tem melhores transportes públicos. Apesar disso, é uma cidade mais poluente.
 
Is the Porto Tourism Centre helpful enough?
O Posto de Turismo do Porto dá ajuda suficiente aos estrangeiros?
 
I’ve never been there. I don’t even know where it is.
Nunca estive lá. Nem sei onde é que isso é.
 
In your opinion, what are the main priorities to make Porto a better city for tourists?
Na sua opinião, quais são as prioridades para fazer do Porto uma melhor cidade para os turistas?
 
More information is needed. More taxi-drivers and bus-drivers with the knowledge of English. More maps.
É necessária mais informação. Os condutores de táxis e autocarros deveriam saber pelo menos a língua inglesa. Mais mapas da cidade.
publicado por Invictus às 09:16

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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Entrevista ao vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, Dr. Álvaro Castelo Branco

Foi com um imenso agrado da nossa parte que nos foi possível entrevistar o número dois da Câmara Municipal do Porto, o Dr. Álvaro Castelo Branco, vice-presidente. Fomos calorosamente recebidos e fizemos uma entrevista bastante esclarecedora, cujo conteúdo apresentamos em baixo.

Desde já agradecemos ao Dr. Álvaro Castelo Branco a sua disponibilidade e simpatia.

 

1-   Qual a sua opinião acerca do estado actual da cidade do Porto?

 

É uma cidade em desenvolvimento após um grande período de estagnação. Esse desenvolvimento baseia-se sobretudo em três pilares essenciais: aspecto social, mobilidade e reabilitação urbana. É uma cidade milenar e histórica.

 

 

2 – Em que medida a Câmara anda atenta às iniciativas propostas pelas escolas?

 

Os projectos escolares são de importância vital para a Câmara. Há uma área da Câmara que é responsável por contactar directamente com o Ensino Básico, que é o Pelouro da Educação. As direcções das escolas contactam directamente com esta secção e assinam-se protocolos como forma de comprovar essa ligação. A aposta no Ensino Básico está assente na temática ambiental, prioritariamente, sendo que seguimos o lema de que “a participação é uma forma de educação”.

 

 

3 – Que iniciativas são prioritárias para a Câmara?

 

Actualmente, estamos mais atentos ao desenvolvimento das Habitações Sociais. Cerca de 18% da população portuense mora nestas condições. A maior verba orçamental é para a sua requalificação, que apresentava até há bem pouco tempo uma perigosa degradação. Obviamente que há outras iniciativas que são importantes para a cidade, como o estado ambiental, que tem como principal fonte de problema as emissões de CO2, cujos valores actuais fixam-se nas 5,3 toneladas per capita e o objectivo é reduzir num curto espaço de tempo para 3,5 toneladas. Temos também uma grande preocupação com a segurança e o desenvolvimento da cultura.

 

 

4 – Qual o papel da câmara face à vida cultural na cidade?

 

É um papel extremamente importante. A Câmara Municipal do Porto tem inúmeras parcerias com instituições da zona e compromete-se a financiá-las e a apoiar o desenvolvimento cultural. Algumas dessas entidades são bem conhecidas, como a Fundação de Serralves, a Casa da Música, o Teatro Rivoli, entre muitas outras. Está também disponível na Junta Metropolitana um roteiro cultural da cidade, o que mostra a importância que atribuímos ao domínio da cultura.

 

 

5 – Que pontos da cidade a Câmara acha que deveriam ser valorizados?

 

Temos feito grandes esforços ultimamente para requalificar a zona da Baixa e da Ribeira, que são os ex-líbris da cidade. Estas zonas encontravam-se, na minha opinião, subvalorizadas, e é necessário dar-lhes a devida importância e acompanhamento.

 

 

6- Que queixas/opiniões tem a Câmara recebido ultimamente, relativamente ao desenvolvimento da cidade?

 

Temos sido confrontados sobretudo com o problema dos espaços verdes, que temos tentado cumprir a curto/médio prazo. Temos inaugurado alguns parques e requalificado certas zonas que estavam degradadas. O problema dos espaços verdes não se prende com a sua criação, mas sim com a sustentabilidade económica, ou seja, a manutenção. Podemos inaugurar um jardim todas as semanas, mas se não tivermos gente para o manter, ao fim de dois anos está novamente degradado e é isso que tentamos combater aqui na Câmara. Temos feito grandes obras, como a que está a acontecer, por exemplo, no Jardim do Campo 24 de Agosto neste momento. Os espaços verdes são nossas prioridades. Por outro lado, uma parte das queixas tem em conta também a segurança na cidade. As pessoas podem não se aperceber mas o patrulhamento aumentou e vai continuar a aumentar nos parques e locais de grande concentração de gente como a Foz. O Porto tem um índice de criminalidade quase nulo, apesar da percentagem de crimes violentos ter aumentado devido aos confrontos na noite. As pessoas sentem-se inseguras mas isso não significa que têm razões para o estar.

 

 

7- Qual a opinião da Câmara relativamente à animação de rua?

 

Bom, esta actividade no Porto é ilegal, por isso a Câmara não financia nem apoia qualquer exibição sem autorizações. Porém, nós temos uma divisão, o PortoLazer, que se preocupa com a animação e os eventos capazes de chamar os portuenses às ruas. Tivemos à bem pouco tempo uma grande iniciativa de Natal, com as diversas tendas com divertimentos para crianças e graúdos e a árvore de natal nos Aliados, tivemos também o Red Bull Air Race que volta este ano à Invicta, a pista de ski com neve artificial na Rua 31 de Janeiro… Iniciativas não faltam e a aposta na divulgação tem sido cada vez maior.

publicado por Invictus às 21:26

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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

Entrevista à geóloga Mónica Sousa

Em poucas palavras como descrevia o Porto geologicamente?

 

O Porto é fundamentalmente uma cidade granítica, cujas rochas foram originadas durante a orogenia hercínica (à cerca de 300 Milhões de anos). Podem, igualmente, ser observadas rochas metamórficas e rochas sedimentares. As rochas metamórficas estão representadas na zona Este e Oeste da cidade. Na zona Este encontram-se as rochas pertencentes ao Complexo Xisto-Grauváquico, constituído por micaxistos e metagrauvaques e na zona Oeste as rochas pertencentes ao Complexo Metamórfico da Foz do Douro, constituído essencialmente por gnaisses, metassedimentos e anfibolitos. As rochas sedimentares existentes na cidade são constituídas por depósitos superficiais (depósitos Quaternários), representados por aluviões, depósitos marinhos da faixa litoral e depósitos fluviais. Os primeiros encontram-se dispersos um pouco por toda a cidade coincidindo com as linhas de água existentes. Os dois últimos encontram-se essencialmente na zona ocidental da cidade, embora se possam observar igualmente alguns depósitos fluviais com menor expressão na zona oriental, nomeadamente, os depósitos do Prado do Repouso e da Quinta de Nova Sintra. Existem, ainda, depósitos de aterro recentes essencialmente localizados na zona ocidental da cidade.

 

 

O que é o passeio Geológico da Foz do Douro?

 

O Passeio Geológico da Foz do Douro, inaugurado no dia 22 de Abril de 2005, é um percurso temático que tem por objectivo a divulgação científica e a preservação e valorização do Complexo Metamórfico da Foz do Douro, classificado desde 2001 como Património Natural Municipal. Entre a Praia do Castelo do Queijo e a Praia dos Ingleses foram colocados 9 painéis explicativos que constituem um apoio para quem pretender conhecer geologicamente a faixa litoral da cidade do Porto. O Passeio Geológico da Foz do Douro, que resultou de uma parceria entre a Câmara Municipal do Porto e o Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, constitui igualmente um complemento à formação escolar dos alunos, permitindo que o ensino da Geologia seja menos abstracto e mais interessante.

 

 

O que lhe falta para ser considerado património natural?

 

O Complexo Metamórfico da Foz do Douro foi já classificado como Património Natural Municipal (âmbito local). No entanto, e para que a sua divulgação, preservação e valorização seja mais relevante, seria conveniente a sua classificação como Monumento Natural (âmbito nacional). Para isso, é necessário elaborar uma candidatura dirigida ao Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade.

 

 

Em que medida isso pode valorizar a cidade do Porto?

 

O turismo científico está, cada vez mais, a ser opção de uma população informada e que gosta de conhecimento e aposta na sua valorização pessoal e profissional. Tem-se verificado, nos últimos anos a crescente procura de roteiros científicos, sendo exemplo, no nosso país, a grande adesão ao projecto Ciência Viva no Verão, que disponibiliza actividades em várias áreas científicas durante os meses estivais. As propostas de actividades científicas e culturais promovem a nossa cidade e trazem até ela um elevado número de turistas que se querem manter actualizados e que são extremamente curiosos e abertos à ciência e à cultura. Ganha a cidade e a sua população e ganham, também, aqueles que a visitam.

 

 

Acha que os Portuenses estão sensibilizados para isso?

 

A divulgação científica, no nosso país, é relativamente recente, mas verfica-se que nos últimos anos a população está cada vez mais interessada e procura participar activamente nas actividades que são desenvolvidas um pouco por todo país. No que diz respeito, concretamente, à cidade do Porto, podemos dizer que os portuenses não ficam atrás do resto do país. Exemplo disso, são os serões de Bonjóia que têm visto crescer de forma significativa o público participante, bem como as várias actividades científicas e culturais que se vão desenrolando pela cidade com “lotação esgotada”. No que diz respeito, em concreto, ao Passeio Geológico da Foz do Douro verificou-se o interesse pela actividade e participação nas visitas guiadas de um público diversificado, quer a nível etário, quer a nível da sua actividade profissional e grau académico. O ano de 2007, distinguiu-se, pelo aumento significativo de visitas escolares, bem como pelo aumento, em geral, de participantes nas visitas guiadas.

 

 

No Porto as construções respeitam o plano de ordenamento e de riscos 

geológicos?

 

Os vestígios de ocupação da cidade do Porto remontam ao séc. II a.C. A cidade foi crescendo e aumentando a sua importância e nível estratégico. As construções foram sendo erguidas criando núcleos populacionais enraizados e com características particulares. Com a evolução dos tempos, a maioria da população abandonou o centro da cidade para se fixar nos subúrbios ou nas zonas limítrofes, ficando o coração da cidade, quase exclusivamente, para as actividades profissionais. As construções foram sendo erguidas sem uma preocupação a nível do ordenamento do território sofrendo, igualmente, mutações ao longo do tempo, como é o caso do Centro Histórico do Porto, onde um mesmo edifício pode conter materiais distintos, de várias épocas, que foram sendo adicionados ou substituíram outros. Acresce que a cidade do Porto não tinha até há pouco tempo, registos relevantes de danos causados por sismos, estando integrada numa zona de baixo risco. Com o conhecimento geológico-geotécnico da cidade e de registos de danos relativamente a eventos sísmicos (como por exemplo o sismo de 1755) torna-se necessário um reajuste das normas de construção. Verifica-se, também, que a memória relativa a eventos naturais com consequências graves é curta. Apesar, de existirem vários registos de eventos de deslizamento de terrenos e quedas de blocos na cidade do Porto, maioritariamente, na zona da escarpa das Fontaínhas, continuam a existir nessa zona núcleos populacionais, que não estão sensibilizados para o risco em que vivem todos os dias. Verifica-se, igualmente, em Invernos bastante chuvosos, os efeitos das cheias, por exemplo, na zona ribeirinha da cidade. É evidente, que numa cidade com as características da do Porto, é impossível alterar o seu tecido construído. Existem, no entanto, medidas minimizadoras do risco e zonas da cidade onde é possível uma requalificação do espaço, colocando equipamentos que não potenciem o risco ou deixando esses espaço libertos e elaborando planos de emergência, que permitam, de uma forma eficaz, proceder ao socorro da população e à protecção dos bens.

 

 

 

Qual é a sua previsão para o futuro sobre evolução da cidade do Porto?

 

Com a consciência crescente do risco é de prever que se tomem medidas no sentido da protecção da população e dos bens. As cartas de perigosidade e de risco são uma ferramenta extremamente importante que devem ser elaboradas e usadas de forma eficaz, com vista a uma recuperação e requalificação correcta do edificado.

publicado por Invictus às 21:23

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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Entrevista ao Tiago Monteiro

Dentro das entrevistas realizadas a portuenses ilustres, fizemos um pequeno questionário por e-mail ao Tiago Monteiro.

 

O Tiago nasceu no Porto, a 24 de Julho de 1976, e continua a evoluir na sua carreira desportiva, iniciada quase por acaso. É um amante das velocidades e protagonista de uma história original que contraria os estereótipos da progressão no desporto automóvel, e de acesso à alta competição...

 

Em poucas palavras como descreveria a cidade do Porto?

Relax, agradável, Home !

 

Qual é para si o maior ponto de referência do Porto?


A Foz e a Ribeira.



Acha que para ser reconhecido é necessário sair do país?


Não me parece que seja obrigatório. Mas penso que não há dúvidas que uma carreira internacional contribui para aumentar a notoriedade e, nomeadamente, o reconhecimento a nível nacional. De qualquer forma, é claro que o nível de competição internacional é sempre mais elevado, e por isso quando há resultados, são mais importantes.



Como se sente quando corre no Circuito da Boavista?


É muito bom “correr em casa”. Em 2007 recebi grandes palavras de apoio. Aliás, o apoio era tanto que em alguns pontos do circuito conseguia ouvir as pessoas a gritar o meu nome. Só tenho pena que a configuração do traçado e a impossibilidade de retirar rapidamente os carros acidentados tenham obrigado a tantas interrupções de corrida. Mas, no geral, tenho as melhores recordações desse fim-de-semana muito especial, mesmo tendo sido muito frustrante para mim, com o erro cometido na qualificação.



O que acha que a cidade do Porto tem de fazer para promover o maior número possível de modalidades desportivas?


Não tenho uma receita para a cidade. Acho que passa por uma questão de dinamismo. Desde que as autoridades competentes ponham mãos à obra e se interessem por criar acontecimentos no Porto, esses eventos aparecem. A corrida do WTCC e a Red Bull Air Race são dois exemplos do potencial que a cidade tem para eventos desportivos. O Porto está muito a frente!



Dentro do desporto, porquê a sua escolha pelo automobilismo?


Começou mais ou menos por acaso, há sensivelmente 11 anos. Eu vivia em França e o contacto que tinha com os automóveis era através do meu pai que era piloto e um apaixonado pelo desporto automóvel. Um dia perguntou-me se queria experimentar o carro, um Porsche. Eu disse que sim e às primeiras voltas percebi que era aquilo que queria fazer. Senti me mesmo muito bem ao volante, era quase natural! Mas gosto de desporto em geral, tanto Surf, como snowboard, Motocross, Paintball, BTT, sou em geral, muito activo.



Na sua posição, qual o conselho para os jovens portuenses?


O mesmo conselho que dou a todos os jovens: que persigam os seus sonhos e que sejam determinados no caminho que traçam na sua vida. Que pelo meio não se esqueçam de se divertir, porque a vida foi feita para sorrir. E que se lembrem de olhar para o lado e registar os melhores exemplos.

 

Mais uma vez agradecemos a disponibilidade que foi tida para connosco e aproveitamos para publicar também duas fotografias tiradas este mês na última corrida realizada pelo Tiago até ao momento.

 

 

 

 

Para os desafios que se lhe avizinham, desejamos toda a sorte do mundo e para que sejam resolvidos sempre com a vontade e garra transmitida ao grupo.

publicado por Invictus às 23:21

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Quarta-feira, 5 de Março de 2008

O olhar atento da Arquitectura

Para estabelecer o contacto com o mundo universitário e enriquecer o nosso projecto, fizemos uma entrevista a um aluno do 4.º ano de arquitectura da Universidade Lusíada e criamos uma analogia entre o trabalho realizado por este aluno e o que está a ser realizado por nós.

 

Na disciplina de Projecto foi atribuído ao aluno Miguel Meira uma zona do Porto (zona da Boavista) e naquela área teria de criar melhorias para promover e potencializar uma zona um pouco esquecida da cidade. 

 

Já no nosso caso, estamos a trabalhar em toda a cidade e o nosso objectivo é fazer uma reflexão crítica sobre o futuro do Porto com o objectivo de o requalificar e valorizar.

 

No vídeo que se segue pode ser vista toda a entrevista.

 

 

Além disto, comemoramos hoje quatro meses  de blogue que para nós foram muito positivos.

publicado por Invictus às 17:44

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Mississippi Jones Act

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desde 18 de Abril o Porto passou a ter um Código Regulamentar do Município?

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