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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Entrevista ao Tiago Monteiro

Dentro das entrevistas realizadas a portuenses ilustres, fizemos um pequeno questionário por e-mail ao Tiago Monteiro.

 

O Tiago nasceu no Porto, a 24 de Julho de 1976, e continua a evoluir na sua carreira desportiva, iniciada quase por acaso. É um amante das velocidades e protagonista de uma história original que contraria os estereótipos da progressão no desporto automóvel, e de acesso à alta competição...

 

Em poucas palavras como descreveria a cidade do Porto?

Relax, agradável, Home !

 

Qual é para si o maior ponto de referência do Porto?


A Foz e a Ribeira.



Acha que para ser reconhecido é necessário sair do país?


Não me parece que seja obrigatório. Mas penso que não há dúvidas que uma carreira internacional contribui para aumentar a notoriedade e, nomeadamente, o reconhecimento a nível nacional. De qualquer forma, é claro que o nível de competição internacional é sempre mais elevado, e por isso quando há resultados, são mais importantes.



Como se sente quando corre no Circuito da Boavista?


É muito bom “correr em casa”. Em 2007 recebi grandes palavras de apoio. Aliás, o apoio era tanto que em alguns pontos do circuito conseguia ouvir as pessoas a gritar o meu nome. Só tenho pena que a configuração do traçado e a impossibilidade de retirar rapidamente os carros acidentados tenham obrigado a tantas interrupções de corrida. Mas, no geral, tenho as melhores recordações desse fim-de-semana muito especial, mesmo tendo sido muito frustrante para mim, com o erro cometido na qualificação.



O que acha que a cidade do Porto tem de fazer para promover o maior número possível de modalidades desportivas?


Não tenho uma receita para a cidade. Acho que passa por uma questão de dinamismo. Desde que as autoridades competentes ponham mãos à obra e se interessem por criar acontecimentos no Porto, esses eventos aparecem. A corrida do WTCC e a Red Bull Air Race são dois exemplos do potencial que a cidade tem para eventos desportivos. O Porto está muito a frente!



Dentro do desporto, porquê a sua escolha pelo automobilismo?


Começou mais ou menos por acaso, há sensivelmente 11 anos. Eu vivia em França e o contacto que tinha com os automóveis era através do meu pai que era piloto e um apaixonado pelo desporto automóvel. Um dia perguntou-me se queria experimentar o carro, um Porsche. Eu disse que sim e às primeiras voltas percebi que era aquilo que queria fazer. Senti me mesmo muito bem ao volante, era quase natural! Mas gosto de desporto em geral, tanto Surf, como snowboard, Motocross, Paintball, BTT, sou em geral, muito activo.



Na sua posição, qual o conselho para os jovens portuenses?


O mesmo conselho que dou a todos os jovens: que persigam os seus sonhos e que sejam determinados no caminho que traçam na sua vida. Que pelo meio não se esqueçam de se divertir, porque a vida foi feita para sorrir. E que se lembrem de olhar para o lado e registar os melhores exemplos.

 

Mais uma vez agradecemos a disponibilidade que foi tida para connosco e aproveitamos para publicar também duas fotografias tiradas este mês na última corrida realizada pelo Tiago até ao momento.

 

 

 

 

Para os desafios que se lhe avizinham, desejamos toda a sorte do mundo e para que sejam resolvidos sempre com a vontade e garra transmitida ao grupo.

publicado por Invictus às 23:21

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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

Entrevista à filha de Agustina Bessa-Luís, Mónica Bessa-Luís Baldaque

Agustina Bessa-Luís (Maria Agustina Ferreira Teixeira Bessa Luís) nasceu no Lugar do Paço, em Travanca, concelho de Amarante. Porém, em 1932, veio para o Porto estudar, onde passou parte da sua adolescência, mudando-se para Coimbra em 1945, e, a partir de 1950, fixou definitivamente a sua residência no Porto.

 

A escritora surge no panorama literário português numa altura em que a oposição entre o neo-realismo e o modernismo do movimento da «Presença» atinge o seu auge.

 

Já em 2004, aos 81 anos, recebeu o mais importante prémio literário da língua portuguesa: o Prémio Camões.

 

Dado a relevância desta, já considerada, Portuense Ilustre, tentamos fazer algumas perguntas para conhecer a sua maneira de ver a nossa cidade.

 

Por motivos de saúde, a entrevista não foi possível ser realizada directamente com a escritora, pelo que a sua filha, Mónica Bessa-Luís Baldaque, nos falou um pouco da mãe e da ideia que ela ao longo dos anos lhe foi transmitindo sobre a cidade.

 

Fomos recebidos na Casa-Museu Marta Ortigão Sampaio com uma enorme amabilidade e com vontade de colaborar no nosso projecto.

 

De entre a entrevista, destacamos alguns momentos que, de uma forma ou de outra, nos chamaram mais à atenção.

 

O que significa a cidade do Porto para a sua mãe?

A minha mãe frequentemente dizia: “O Porto é a cidade ideal para se trabalhar”. Segundo ela, o clima e a calma da cidade eram propícios ao seu trabalho, ao recolhimento e à escrita.

 
O que mudaria a sua mãe na cidade do Porto?

A minha mãe gostava e gosta muito da cidade. As suas maiores tristezas eram o mau aproveitamento da costa e a perda de carisma da Avenida Montevideu.

 
Onde encontra a sua mãe inspiração para a escrita?

Na sua vida, no seu quotidiano, nas histórias que lhe contam, na vida familiar. A minha mãe gosta muito de ouvir histórias e depois entrelaça-as nos seus livros.

 
Para terminar, como acha que a sua mãe descreveria o Porto numa palavra?

“Névoas”, era uma expressão que ela usava regularmente quando falava da cidade.

 
Queríamos agradecer o apoio que nos foi dado e desejamos as rápidas melhoras a uma pessoa tão importante para a cultura nacional como é a escritora Agustina Bessa-Luís.

publicado por Invictus às 22:20

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